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Crônica Camarilla de Wajo Hill

Caim, assassino de seu irmão Abel, fora amaldiçoado por Deus pelo ato banal que cometera contra o mesmo. Condenado a vagar eternamente sobre o mundo dos mortais como um vampiro alimentando-se de sangue, Caim, exausto de sua solidão eterna e de sua penitência deu origem a mais três outros vampiros de raça pura, chamados a "Segunda Geração". Esses três, por sua vez, originaram outros treze vampiros, a "Terceira Geração", que foram os fundadores dos treze clãs que dividiam-se em: Brujah, Malkavian, Nosferatu, Toreador, Tremere, Ventrue, Lasombra, Tzimisce, Assamita, Gangrel, Giovanni, Ravnos, Seguidores de Set.

Com o passar dos anos dois ''DARK LORD''Jacks Tremor & Leu Dartmouth, braços direito e últimos descendentes da segunda geração de Caim ainda vivo, decidiram partir rumo a um horizonte desconhecido, em busca de um pouco de calmaria para suas desprezíveis vidas pagãs, deixando para trás toda aquela matança sanguinária que os acompanhavam há anos. Muito longe dali se depararam com um reino denominado Wajo Hill, localizado numa planície cercada pelas Hill Mountains, de frente para a Wajo Bay.

Era um reino muito encantador, cercado de cascatas e cavernas naturais, tendo em vista tão bela paisagem. Lembraram-se dos tempos de guerra, onde só o sangue dos seus inimigos e inocentes jorravam aos seus pés, nos campos de batalha enquanto ecoavam os gritos dos mutilados apavorados, sendo devorados ferozmente por corvos e animais selvagens.

Deslumbrados com aquela terra distante e bela, decidiram que ali seria o lugar ideal para recomeçar uma vida mais tranquila e manter o controle de sua sede por sangue.

Discretamente, instalaram-se e misturaram-se com os demais habitantes do reino, de forma que não se levantasse suspeita de sua verdadeira origem. Numa bela noite, vagueando cautelosamente pelo reino, deparou-se com um velho sábio que lhe disse:
“Filho sentai-vos. Sei o que procurais e desejais."
Assim, o velho sábio lhe contou a verdadeira história que havia por trás do reino belo e promissor, que estava diante dos seus olhos.

"Há muito tempo, um dos Guardiões da Ordem Universal depositou quatro jóias de imenso poder: o Rubi de Fogo, a Esmeralda da Água, o Diamante dos Ventos e a Safira da Terra. Essas jóias ficaram conhecidas como as Jóias Elementais, e quem as possuísse teria imenso poder.”

Após esse encontro inesperado e ao mesmo tempo suspeito, eles decidiram investigar e descobriram que afinal o velho não estava louco. Foi aí que seus dias de paz e calmaria chegaram ao fim, decidindo-se então em formar um verdadeiro exército de vampiros, fortes mental e fisicamente, a fim de obter o poder absoluto e imperar não só o reino, mas também o mundo.

Alguns anos se passaram ate à formação deste exército, conseguir, sequer, chegar perto das jóias, optando por deixar um, seguidor fiel como comandante desse mesmo exército e seu conselho, onde os mais antigos ocuparam seus respectivos cargos, divididos pelos seus conhecimentos em combates e experiências com seus dons e diciplinas.
Nesta época alianças foram realizadas, nomeadamente com seres do mal, para o fortalecimento geral da raça. Quando a guerra, enfim, estourou, a Camarilla já estava presente em peso por toda Wajo Hill, prontos para dominar e submeter às suas ordens todos aqueles que os opõem.
A guerra vai ser sangrenta.
E você? Está preparado para ser nosso inimigo?


Wajo Hill - RPG World

SLIDES

domingo, agosto 01, 2010

Resumo da história Vampírica

Resumo da história Vampírica:

Segundo o mito mais aceito pelos vampiros, o primeiro vampiro foi Caim, o primeiro assassino, que foi amaldiçoado por Deus pelo seu pecado a ser imortal e a se alimentar de sangue. Caim teve chance para se redimir,mas seu orgulho foi maior, não aceitando o perdão de Deus. Assim cada anjo que veio oferecer clemência a Caim amadiçoou-o com o exílio na escuridão(não podendo ver mais a luz do sol), a destruição por fogo, e demais maldições que ele e seus descendentes carregam.

Caim gerou Progênie(outros vampiros), que são conhecidos como de 2ª Geração. Eles também geraram progênie que, segundo algumas interpretações do Livro de Nod, a "bíblia dos Vampiros", foram 13, que são os fundadores dos Clãs. Os de 3ª geração mataram seus criadores e começaram uma luta entre si pelo poder, conhecida como Jihad.

Deus para pudir os homens e vampiros mandou o dilúvio, mas os vampiros de terceira geração e Caim sobreviveram. Por isso qu os de 3ª Geração são conhecidos como Antedeluvianos. Esses vampiros possuem poderes quase divinos.

Os antediluvianos geraram outros vampiros que geraram outros vampiros e assim sucessiamente. Cada Geração umpouco mais fraca que a anterior, pois o sangue de Caim nessas crianças da noite está mais diluído. Nas noites atuais existem vampiros de 13ª Geração e alguns de 14ª e 15ª, considerados "de sangue fraco", pois não podem gerar progênie, nem carniçais.

Para saber mais sobre a origem dos vampiros (em V:aM), clique aqui

Fraquezas de todos os vampiros.

* Não podem andar a luz do dia, se fizerem queimam até virar pó.
* O fogo os destrõem da mesma forma que a luz do sol.
* Uma estaca de madeira no coração paraliza o vampiro, mas não o mata.
* Itens sagrados só repelem o vampiro se o portador o objetp possuir Fé Verdadeira, coisa muito rara.
* Quando os vampiros estão em situações de extrema raiva ou medo, eles podem entrar em um estado de fúria incontrolável, conhecido como Frenesi. Para destruir o que lhe dá raiva ou para fugir do lhe dá medo, ele pode fazer tudo quando está nste estado, inclusive ferir amigos, aliados e destruir o que estiver pela frente.

Alho, locais sagrados, água corrente, não refletir no espelho... é tudo mito, salvo raras excessões.

domingo, maio 16, 2010

crenças


A crença dos vampiros é construída à custa do medo. O vampiro vive na angústia da estaca que poderá a trespassar-lhe o coração. Teme o nascer do dia e as orações do exorcista, que podem reduzi-lo a cinzas e pôr termo à sua existência de «não morto».

Os aldeões temem o vampiro; munem-se de pentágonos e recitam fórmulas de proteção. O terror é a pedra angular do vampirismo. Sem ela, o edifício ruiria e com ele os seus cortejos de monstros e de superstições. Toda a história do vampirismo é um entrelaçado de orações, súplicas, enfeitiçamentos a contra-enfeitiçamentos, maldições. Um combate o outro, que por sua vez combate o outro, e o mundo dos homens e dos espíritos situa-se numa região crepuscular onde as leis do medo dominam.

O reverendo Auguste Montague Summers nasceu em 1880, época essa em que Bram Stoker referia ter encontrado em Londres vampyrs personnalities. Teria estudado no Trinity College onde se apaixonará pela literatura gótica antes de escrever sobre o vampirismo[1][35]. A sua paixão pelo vampirismo ocasionou várias descobertas, das quais a mais espantosa foi, sem contestação, um misterioso talismã com a efígie do príncipe Vlad Drakul. Trata-se de uma medalha circular onde caracteres romanos, misturados certamente com dialetos eslavos, estão gravados. Ao centro da medalha pode ver-se a cara de um homem, que lembra o famoso retrato de Drácula existente no castelo de Bran.

Para Montague Summers, que passou a vida a estudar os hábitos dos vampiros, este medalhão, escondido, é uma arma de proteção para o vampyr hunter (caçador de vampiro).

O papel protetor dos medalhões em ferro, espadas, punhais, é muito antigo, mas todos estes objetos mágicos podem servir o vampiro ou aquele que procura destruí-lo...! Tudo depende, explica Montague Summers, da natureza do metal assim como dos caracteres gravados:

«Um vampiro gravado num fragmento de pedra, heliotrópico, transforma-se em pedra de sangue. Ela dará àquele que a trouxer consigo, segundo os ritos próprios, o poder de dominar demônios, íncubos e súcubos[2][36]. Estará sempre presente nas suas conjuras e evocações.»

Outros livros mágicos de necromancia chamavam a esta «pedra do vampiro» a «pedra da Babilônia». Conta-se que, esfregando-a no suco do «girassol» ou «héliotropo», essa pedra teria o poder de escurecer o Sol, como num eclipse, e fazê-lo também ficar da cor do sangue.

quinta-feira, maio 13, 2010

AS TRADIÇÕES:





A MÁSCARA
NÃO REVELARÁS TUA VERDADEIRA NATUREZA AQUELES QUE NÃO SEJAM DO SANGUE. AO FAZER ISTO RENUNCIARÁS AOS TEUS DIREITOS DE SANGUE

O DOMÍNIO
TEU DOMÍNIO É DE TUA INTEIRA RESPONSABILIDADE. TODOS OS OUTROS DEVEM-TE RESPEITO ENQUANTO NELE ESTIVEREM. NINGUÉM PODE DESAFIAR TUA PALAVRA ENQUANTO ESTIVER EM TEU DOMÍNIO.

A PROGENIE
APENAS COM A PERMISSÃO DE TEU ANCIÃO GERARÁS OUTRO DE TUA RAÇA. SE CRIARES OUTRO SEM A PERMISSÃO DE TEU ANCIÃO,TU E TUA PROGÊNIE SERÃO SACRIFICADOS.

A RESPONSABILIDADE
AQUELES QUE CRIARES SERÃO TEUS PRÓPRIOS FILHOS. ATÉ QUE SUA PROGÊNIE SEJA LIBERADA, TU OS COMANDARÁS EM TODAS AS COISAS. OS PECADOS DE TEUS FILHOS RECAIRÃO SOBRE TI.

A HOSPITALIDADE
HONRARÁS O DOMÍNIO DE TEU PRÓXIMO. QUANDO CHEGARES A UMA CIDADE ESTRANGEIRA,TU SE APRESENTARÁS DIANTE DAQUELE QUE A GERIR. SEM A PALAVRA DE ACEITAÇÃO TU NÃO ÉS NADA.

A DESTRUIÇÃO
TU ÉS PROIBIDO DE DESTRUIR OUTRO DE TUA ESPÉCIE. O DIREITO DE DESTRUIÇÃO PERTENCE APENAS A TEU ANCIÃO. APENAS OS MAIS ANTIGOS ENTRE VÓS, CONVOCARÃO A CAÇADA DE SANGUE

domingo, maio 09, 2010

Histórias de Drácula - Uma Temporada na Prisão


Em 1462, as forças de Drácula não foram suficientes para enfrentar o poderoso exército do Sultão turco, que já tinha inclusive tomado Constantinopla, uma importante cidade do mundo antigo. Depois de escapar milagrosamente (ou seria diabolicamente?) pelas montanhas, Vlad Tepes rumou até a Transilvânia e solicitou ajuda ao Império Húngaro, que pelo menos na teoria, deveria proteger os reinos daquela região dos conquistadores orientais.
Qual não foi a surpresa do Príncipe ao ser informado que, além de não receber nenhum apoio, ainda seria preso devido às inúmeras atrocidades que tinha cometido durante seu reinado, muitas delas contra pessoas que tinham bastante influência com o Imperador Mathias Corvinnus! Drácula foi então levado para uma torre-prisão próxima à cidade de Buda (foto), onde passou um bom tempo de sua vida...
Existem muitas contradições nos registros históricos que documentam a passagem de Drácula pelas masmorras húngaras. Para os panfletos russos, o soberano teria passado doze anos trancafiado, enquanto outros estudiosos, como Raymond McNally, afirmam que seu período de cárcere foi relativamente curto, cerca de quatro anos entre 1462 e 1466. Em qualquer dessas hipóteses, o fato mais importante é que, cedo ou tarde, Drácula conseguiu virar o jogo, o que prova mais uma vez a astúcia do homem mais cruel do mundo.
Entretanto, podemos dizer que o período que Vlad Tepes passou na prisão não foi totalmente inútil... Algumas historinhas da Rússia, bastante macabras, contam que, mesmo encarcerado, Drácula não deixou de praticar o seu passatempo favorito. Uma parte de sua comida era utilizada em armadilhas para capturar pássaros, ratos e outros animais pequenos, que eram torturados sem dó nem piedade. Além de não perder a prática, o Príncipe já estava treinando para o momento final de sua vingança!

Histórias de Drácula - Vlad Tepes Perde o Trono


A maioria das atrocidades cometidas por Vlad Tepes ocorreram no período entre 1456 e 1462, quando o soberano estava no poder. Nesse tempo, a Valáquia ainda era um reino da Hungria; teoricamente, Drácula devia lealdade ao Rei Mathias Corvinnus, tanto quanto este devia proteção ao vassalo. Na prática, a postura independente e extremamente agressiva do Príncipe Vlad fez com essa aliança não existisse de fato.
Talvez por isso, o Príncipe não teve como resistir quando um numeroso exército turco invadiu a Valáquia em 1462. Até então, a tática de terror de Vlad Tepes tinha funcionado, e todos os exércitos invasores davam meia volta quando encaravam a floresta de empalados que cercava Tirgoviste! Foi nesse episódio que se conta que a primeira esposa de Drácula teria preferido o suicídio a se entregar aos invasores, jogando-se de um penhasco sobre o Rio Arges. O soberano, então, teria amaldiçoado Deus e sua fé cristã, dando origem às lendas e especulações sobre sua ligação com o demônio...
As histórias contam que foi justamente um pacto com o Coisa-Ruim que garantiu a sobrevivência de Drácula após a derrota de seu exército. O Príncipe teria escapado por uma passagem secreta de seu castelo e alcançado as montanhas. Ninguém sabe explicar direito como Vlad Tepes conseguiu fugir da caçada impiedosa que os invasores lhe impuseram, pois sua cabeça estava a prêmio na Turquia!
O fato é que, com a ajuda do capeta ou não, Drácula matou alguns caçadores de recompensa e conseguiu chegar até o distante Reino da Transilvânia! (que também fazia parte da Hungria, nesse tempo). Entretanto, Vlad Tepes acreditou que estaria a salvo na região onde passou boa parte de sua infância, mas os acontecimentos posteriores iriam provar que ele estava errado... Era o começo do declínio do soberano mais cruel do mundo.

Histórias de Drácula - O Relato das Testemunhas



Para ilustrar a origem da fama de Vlad Tepes, e como a sua enorme crueldade atingiu proporções continentais, o Vampiromania selecionou dois relatos da época sinistra em que o Príncipe das Trevas governou a Valáquia. Uma prova documental da maldade histórica de Drácula, o soberano mais cruel do mundo!
"Aqui começa a cruel e aterrorizante história de um homem selvagem, ávido por sangue: Drácula, o Calamitoso. Como ele empalava e cozinhava pessoas, e fervia suas cabeças em um caldeirão, e como ele estripava e decepava suas partes como se fosse uma abóbora. Às vezes, Drácula obrigava os familiares a comer parte de seus parentes! E muitas outras coisas horríveis que foram publicadas até mesmo em sua própria terra!"
Panfleto assinado por Ambrosius Huber em 1499, acompanhado de uma figura que mostrava uma cena de empalamento.

"Ele esmagava pessoas com rodas de carroças bem carregadas; outras eram despidas e tinham suas tripas arrancadas; algumas eram empaladas ou queimadas vivas como uma tocha humana; outras tinham suas cabeças e outras partes do corpo decepadas; tudo isso para assegurar que nenhuma de suas atrocidades seria esquecida pelo povo. Finalmente, ele assassinava de várias maneiras selvagens, utilizando máquinas de tortura que só podem ser comparadas com os atos dos maiores tiranos de todo o mundo."
Relato enviado por Nicholas de Modrussa ao Papa Pio II, em 1464, sobre a morte de quarenta mil pessoas na Valáquia

Foram relatos como esse fizeram a terrível fama de Drácula em toda a Europa. Seus crimes horríveis assustam as pessoas até hoje, e com certeza podem justificar o fato de ter sido ele o personagem histórico escolhido para dar vida ao vampiro mais tenebroso do mundo!

quarta-feira, maio 05, 2010

Histórias de Drácula - O Mito do Vampiro


Embora Vlad III Tepes da Valáquia tenha sido o soberano mais cruel do mundo, como provam as histórias horríveis , nunca ficou muito claro o motivo pelo qual Bram Stoker o escolheu para dar vida ao seu principal personagem. Isso porque, embora o povo da Romênia esteja entre aqueles que mais acreditam nos sanguessugas, o Drácula histórico jamais foi associado pelo seu povo a qualquer tipo de vampirismo.
As explicações mais aceitas hoje dão conta de que o escritor irlandês, embora nunca tenha viajado para a Transilvânia, era muito amigo de um professor húngaro que sabia tudo sobre as maldades de Drácula. Impressionado com as lendas, Stoker teria decidido usar o apelido de Vlad Tepes e um pouco da sua biografia peculiar para compor o vampiro sinistro.
No final do século XIX, período em que Bram Stoker escreveu "Drácula", a região da Romênia ainda vivia uma época quase medieval, repleta de lendas e crenças na existência de vampiros. No século anterior, a Europa oriental tinha vivido a estranha "Epidemia de Vampiros", com casos que ficaram famosos em toda Europa, como o de Paole e Peter Plogojowitz. Além disso, a região da Romênia foi uma das últimas a se livrar da dominação turca. Sem dúvida, o país era um candidato natural para sediar a horrenda história...
A luta sangrenta de Vlad Tepes contra o Império Turco passou de geração para geração na tradição oral do povo romeno, assim como as histórias de vampiro. Entretanto, nenhuma lenda aponta o soberano como um Morto-Vivo; pelo contrário, todas as histórias mostram-no como um herói. Um herói pra lá de cruel, mas herói... Finalmente, ninguém sabe dizer o que fez Bram Stoker mudar a moradia de Drácula da Valáquia para o norte da Transilvânia, e nem rebaixá-lo de Príncipe para Conde. Seja o que for, a estratégia funcionou, pois o Conde-Vampiro se tornou um dos maiores vilões do terror de todos os tempos!

Histórias de Drácula - A Origem do Nome


Todo mundo sabe que o vampiro mais famoso do mundo se chama Drácula, personagem criado pelo irlandês Bram Stoker no livro de mesmo nome, também já aprendeu que o escritor provavelmente se inspirou nas lendas do Príncipe Vlad III da Valáquia, o Vlad Tepes (o Empalador), para dar vida ao seu intrigante personagem.
Entretanto, a origem do apelido que tornou o Príncipe famoso em todo o mundo apresenta algumas versões diferentes. Sabemos que o pai de Drácula era chamado de Vlad Dracul, que significa "o demônio", na língua local. Alguns dizem que a origem deste apelido era a extrema astúcia política do soberano. Para outros, entretanto, Vlad Dracul ganhou este título por ter sido nomeado pelo Imperador Sigismundo de Luxemburgo, em 1431, como membro da "Ordem do Dragão", uma sociedade secreta de luta eterna contra os turcos. E a palavra "Drac" também pode se referir a "Dragão", que sempre foi considerado o maior símbolo do Demônio.
Já o filho provavelmente herdou o apelido do pai, adicionando o sufixo "ulea", que significa, em romeno, "filho de". De "Draculea" para "Dracula" foi um pulo... Assim, o apelido mais famoso de Vlad Tepes significa "Filho do Demônio", ou "Filho do Dragão", dependendo da versão escolhida. Outras confusões dizem respeito ao número de Vlad Drácula. Na maioria das vezes, ele é conhecido como Vlad III, mas também são encontradas fontes que apresentam-no como Vlad IV, ou Vlad V... Como a Valáquia teve muitos Príncipes com esse nome, e o próprio Drácula também assinava, às vezes, como Vladislaus, parece estar aí a origem dessas contradições. Seja qual for a verdade, o fato é que Vlad Tepes é considerado até hoje o soberano mais cruel do mundo, não importando número, título ou apelido...

terça-feira, maio 04, 2010

O Credo do Vampiro




"Eu sou um Vampiro.
Eu adoro o meu ego e eu adoro minha vida, pois sou o único Deus que existe.
Eu tenho orgulho de ser um animal predador e eu honro meus instintos animais.
Eu exalto minha mente racional e não acredito que isso seja um desafio da razão.
Eu reconheço a diferença entre o mundo real e a fantasia.
Eu reconheço a fato de que a sobrevivência é a lei mais forte.
Eu reconheço que os Poderes da Escuridão escondem leis naturais através das quais eu posso fazer minha magia.
Eu sei que minhas crenças no ritual são uma fantasia, mas a magia é real e eu respeito e reconheço os resultados da minha magia.
Eu percebo que não há céu como não há inferno e vejo a morte como destruidora da vida.
Portanto eu tirarei o máximo proveito da vida aqui e agora.
Eu sou um Vampiro.
Curve-se diante de mim...."

domingo, maio 02, 2010

:: Conhecendo um vampiro ::



Conhecendo um pouco mais sobre os Vampiros (Anatomo-Fisiologia Vampírica):

SANGUE:

Desde os primórdios o sangue representa como ícone, o símbolo da vida. O sangue correndo por nossas artérias e veias, sempre significaram a continuidade do viver. A perda deste em demasia significa a perda de consciência, respiração, movimentos e por que não dizer, a vida. Cabe ainda dizer que apenas nos vivos, este sangue flui, nos mortos, tal sangue perde esta mobilidade e coagula, sendo mantido no próprio corpo durante a putrefação. Durante toda história o sangue possue algum significado na área religiosa e ou relacionada com sacrifícios, por exemplo, na era pagã, os nossos antepassados, utilizavam deste como sacrifício, provocando o seu derramamento para seus Deuses. Até mesmo hoje em dia o sangue ainda tem essa importância, basta referirmos a Igreja Católica, onde na Eucaristia temos como representação o corpo e o sangue de Cristo.

Parece, então, apropriado que uma criatura, que é a antítese entre a vida e a morte, receba seu vigor e vitalidade de sangue oriundos de seres humanos. Para o vampiro, o ato de se alimentar do sangue é o seu viver, seu cotidiano, sua necessidade. Independente da origem ou da cultura deste.

Com o avanço dos tempos, e concomitantemente com a disponibilidade da tecnologia e medicina para as grandes massas, esta necessidade do sangue para o vampiro, sofreu suas modificações. Em alguns livros essa necessidade for à relacionada a quadros anêmicos, hipovolemia, entre outros. Até no Drácula, de Bram Stoker, temos como citação uma transfusão de sangue feita em Lucy, uma vampira, no intuito de purificar seu sangue.

Sangue é o que anima um vampiro, o que dá a este sua vitalidade, sendo que pode ser oriundo de um animal ou mesmo de um ser humano. Para exercer qualquer movimento ou atitude o vampiro necessita deste, pois o coração o bombeia para a região que está em atividade. Devido a isso sua voracidade em obter tal sangue pode ser relacionada a uma fera buscando sua presa. Anne Rice, já dizia em seus livros que tal busca pelo sangue pelo vampiro funcionaria como uma maldição ou um demônio que os faz agir de tal forma, tão impulsivo, tão violenta.

PRESAS:


Como anteriormente citado, o vampiro necessita obter sangue para sua sobrevivência, sendo assim, fora observado e citado em livros técnicos ou mesmo romances, a adaptação morfofisiológica para a obtenção deste sangue, que viria de uma adaptação em sua arcada dentária, com o alongamento de seus caninos, que podem ser projetados, para que assim, o vampiro possui-se maior facilidade em atingir a veia jugular no pescoço de sua vítima. O sangue também pode ser obtido via artéria radial.

UNHAS:


Na História Antiga, acrediava-se que um dos sinais característicos em um corpo, se este era ou não um vampiro, eram suas unhas. Acreditava-se que com a entrada ao mundo vampírico, a criatura perdia suas antigas unhas e desenvolviam novas, assim, corpos exumados, em tal época, que apresentavam unhas resistentes, que mesmo o corpo inteiro sendo consumido pelo fogo, estas unhas se apresentassem inteiras, estes sofriam logo a introdução de uma estaca em seu peito e eram colocados a luz do sol para serem queimados.

Já nos tempos modernos, dois grandes literatos citaram modificações nas unhas vampíricas, Anne Rice, citava seus dois famosos vampiros, Lestat e Louis, com modificações em suas unhas, sendo estas grossas, afiadas, e opacas. Já em Drácula, Jonathan Harker cita as unhas de drácula como sendo longas, finas e extremamente afiadas.

SENTIDOS:

A visão de um vampiro é impressionante. A história relata que por serem criaturas tipicamente noturnas, seus olhos sofreram modificações anatomo-funcionais, absorvendo a luz do meio. Há correlações também com seu polimorfismo (capacidade de transformação do vampiro em morcegos, lobos, etc.). Este desenvolvimento da visão também explica porque os raios de luz solares são tão prejudiciais aos olhos de um vampiro, pois são extremamente irritantes para suas retinas, facilmente danificando sua estrutura.

Quanto à audição, sabe-se que os vampiros possuem uma sensibilidade auditiva extremamente altas, infinitamente maior que a dos humanos, com isso, ele pode perceber a chegada de outros vampiros ou mesmo seres humanos, podendo se preparar para defesa e ou se esconder.

CABELOS:

Na era medieval, não temos nenhum relato quanto aos cabelos de um vampiro, porém Anne Rice, cita em seus livros, que após o ingresso ao mundo vampírico, o vampiro permanece com seu corte de cabelo, não crescendo mais, e mesmo se for cortado, retoma seu tamanho original.

PELE:

Historicamente, a pele dos vampiros era caracterizada como sendo escura e grossa, diferentemente dos dias de hoje, onde o vampiro se apresenta em filmes e histórias com uma pele extremamente branca e fria. A idéia da pele vampírica ser escura surgiu primeiramente com Paul Barber, que justificava tal fato, dizendo que os vampiros eram como corpos degradando em suas criptas, logo deveriam se comportar da mesma forma.

Porém nos dias de hoje, tal fato é extremamente combatido, pois se afirma que por serem criaturas tipicamente noturnas, os vampiros não chegam a ver a luz do sol, logo, não ocorre atividade de seus pigmentos responsáveis pelo escurecimento da pele e como conseqüência temos uma pele branca e suave. Pode se também, observar uma pele rosada em um vampiro, oriunda de sangue novo correndo por seu corpo.

Anne Rice descreve a pele do vampiro, como sendo transparente, obtendo a mesma cor da pele do ser humano quando este se alimenta imediatamente de sangue, clareando aos poucos, voltando a sua tonalidade transparente após tal processo. Lestat menciona em diversos momentos o uso de pó, para deixar sua pele com a coloração próxima a de um ser humano.

CORAÇÃO:

Único órgão ainda ativo em um vampiro, sendo que os outros, por não uso, se atrofiam e perdem sua utilidade. O coração funciona como uma bomba, porém, diferentemente do ser humano, não possui ritmos característicos. O coração de um vampiro perde seu controle nervoso e seus marca-passos naturais não tem mais atividade. O coração só funciona se for necessária alguma movimentação, atitude ou reflexão. Para isto, ele é responsável por enviar o sangue apenas para área em uso, assim, o gasto de sangue é muito menor e o consumo, conseqüentemente, também diminui.
REPRODUÇÃO:

A reprodução vampírica não se dá com membros da mesma espécie. A relação sexual, com gravidez, só ocorre quando um vampiro do sexo masculino se relaciona com um ser humano.
Esta mulher vai conseguir captar o líquido seminal deste vampiro e desenvolver uma gestação normal, porém, seu filho terá algumas características diferenciadas, como sentir aonde os vampiros se escondem, saber diferenciar um ser humano de um vampiro, força extremamente grande, agilidade, entre outras.

Tais características são transmitidas geneticamente, geração a geração, podendo estes, se transformarem em exímios caçadores de vampiros.
Tal reprodução já era relatada desde a idade média, onde acreditava-se que os vampiros, se aproveitavam de sua sensualidade e força para possuir mulheres como amantes.